Violette – Legendado (ATUALIZADO)

Violette -POSTERSINOPSE: Violette Leduc conhece Simone de Beauvoir nos anos do pós-guerra. Começa assim uma relação intensa entre as duas mulheres que vai durar toda a sua vida. Uma relação baseada na busca pela própria aceitação, pela liberdade e pela escrita, por parte de Violette; e na convicção de Simone de ter nas mãos o destino de uma escritora extraordinária.

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(Creditos – Lesbicanarias)

Violette – Trailer legendado [embed]https://www.youtube.com/watch?v=Wkwell8CamI[/embed]

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Violette -POSTER 2NOSSA OPINIÃO (NOTA 6,5) =  É UM FILME INTERESANTE EM PARTES POR SER BASEADO NA PROPRIA HISTORIA DA VIOLLET , QUE  FOI CHEIA DE TEMPESTADES  DE LAGRIMAS E OCEANOS DE PEQUENAS  ALEGRIAS.

RESULTADO DA ETERNA PROCURA DELA POR AMOR ,MESMO SE AMANDO TAO POUCO…

ENTRETANTO ELA TRADUZ TAO BEM ISSO EM SEUS LIVROS ,QUE MESMO O FILME NAO TENDO PARTES LESBICAS EXPLICITAS  ..ELA  ERA UMA BISEXUAL ASSUMIDA EM SEUS ATOS .

ENFIM DEI ESSA NOTA …PORQUE NAO GOSTEI DO FINAL, FOI INDIGNO DELA  E ESPERAVA MAIS ROMANCE NO FILME!

(TRECHO ESCRITOPOR ELA) Súbito, ela compreendeu que a criação literária poderia ser-lhe uma salvação. “Escreverei, abrirei os braços, abraçarei as árvores frutíferas, vou dá-las à minha folha de papel.” Falar a um morto, a surdos, a coisas, é um jogo duro. O leitor cumpre a síntese impossível da ausência e da presença. “O mês de agosto hoje, leitor, é uma rosácea de calor. Eu a ofereço a você, de presente.” Ele recebe tal presente sem alterar a solidão do autor. Escuta seu monólogo, não o responde, mas o justifica. “XCOMENTE ! - ENTRE LESBICAS

3 respostas em “Violette – Legendado (ATUALIZADO)

  1. Eu achei maravilhoso esse filme (claro é diferente dos quais estamos acostumadas e não teve um final como em Elena Udone), até li alguns livros da Violette, e pesquisei mais sobre sua vida. Esse filme me ensinou muito sobre aceitação, Violette foi uma revolução na literatura porque ela foi uma das poucas, mulheres escritoras, em sua época, que tinha a coragem e ousadia de escrever o que pensava e abortar temas íntimos e eróticos o que naqueles tempos não era bem visto uma mulher escrever sobre sexo muito menos quando o sexo é entre duas mulheres e não era bonito dizer que uma mulher não tinha um bom relacionamento com sua mãe. Creio que a mãe de Leduc foi sua 1º prisão “[…] a mãe lhe insuflou um irremediável sentimento de culpa, culpa de ter nascido, de ter saúde frágil, de custar dinheiro, de ser mulher e fadada aos males da condição feminina.” Em um dos seus livros ela diz: “Minha mãe nunca me estendeu a mão.” Ela não tinha muitas referencias no quesito amor, ser amada, se tinha uma coisa que Violette conhecia muito bem era o desprezo e a rejeição. Violette em seus livros escrevia o que hoje nos conhecemos como “falo na lata”. Como já diz a própria Simone B. Leduc “não quer agradar e não agrada” o que é muito bom pois nos ensina que não somos obrigadas a agradar ninguém nessa sociedade hipócrita, e nem escrever romancezinhos, contos de fadas, baratos para os brancos, ricos e héteros.
    Segundo Beauvoir a respeito de sua amiga “Uma mulher desce ao mais secreto de si mesma e se revela com uma sinceridade intrépida, como se não houvesse ninguém para escutá-la.” hoje em dia quem é que faz isso? Não é mesmo? temos medo, vergonha ou sei mais lá o que de nós olhar bem ao fundo e revelar quem realmente somos. Violette mergulha fundo dentro de si mesma sem medo de encarar o que vai encontrar lá e ainda o revela, sem medo, no shame!!! Ela se achava feia, “Minha feiúra me conservará isolada até a morte” e acreditava que ninguém a amaria devido a essa condição, e ela pensava que só podeira encontrar a plenitude na felicidade se estivesse com alguém, a questão é que nem ela mesma se amava! e na escrita Violette pode conhecer o amor a si próprio. Sua segunda prisão, foi ela mesma, e na escrita Violette pode ser livre, ” bird set free” rsrsrs. Violett nos ensina a não perdemos tempo lamentando e chorando.
    Fiquem com esse trecho de A bastarda (La bastardê) 1964: ” Meu caso não é único: tenho medo de morrer e sinto-me aflita por estar no mundo. Nunca trabalhei. Nunca estudei. Chorei e gritei. As lágrimas e os gritos tomaram muito do meu tempo. Pensar no tempo perdido é uma tortura. Não sou capaz de pensar longamente, mas posso deleitar-me na contemplação de uma folha de alface murcha, onde não tenho remorsos para ruminar. O passado não nos alimenta. Partirei tal como cheguei, intacta, carregada de todos os defeitos que me torturaram. Gostaria de ter nascido estátua, mas não passo de uma lesma debaixo da minha estrumeira. As qualidades, as virtudes, a coragem, a meditação, a cultura. De braços cruzados, esfacelei-me contra essas palavras.”

  2. Eu detestei este filme. Assisti outro dia pela Tv paga, achei um horror até a metade, foi aonde eu assisti. A mulher está tão obcecada em ter o livro publicado, que parece uma louca. Nota 2.

    • Oi ..Elaine ..Primeiro de tudo , Assista o filme todo flor.
      Ai voce tera uma visao total do enredo..
      Pode ser que voce ache ruiim mesmo assim ou mude sua opiniao.
      De qualquer jeito quero saber sua opinião depois.

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